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	<title>Assisefe - Associação dos Servidores Inativos e Pensionistas do Senado Federal &#187; Eles não pararam</title>
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	<description>Associação dos Servidores Inativos e Pencionistas do Senado Federal</description>
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		<title>Eles não pararam &#8211; Abelardo Gomes Filho</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 13:49:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Narlla Sales</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaques ASSISEFE]]></category>
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<p><a href="http://www.assisefe.org.br/2012/05/02/eles-nao-pararam-abelardo-gomes-filho/abelardo_elesnaopararam/" rel="attachment wp-att-1346"><img class="alignleft  wp-image-1346" style="border-image: initial; border-width: 1px; border-color: black; border-style: solid; margin: 1px;" title="abelardo_elesnaopararam" src="http://www.assisefe.org.br/wp-content/uploads//2012/05/abelardo_elesnaopararam.jpg" alt="" width="167" height="239" /></a><em>Abelardo Gomes Filho</em></p>
<p>Natural de Joinville (SC), ao chegar a Brasília, no fim do verão de 1962, ele encontrou  uma cidade em fase de nascimento. Para a sua surpresa, a quadra 106 da Asa Sul, sem asfalto ou qualquer sofisticação, também abrigava pessoas muito estimadas e honrosas! “Fui vizinho de porta do Dr. Tancredo Neves. Ele e Dona Risoleta eram excelentes vizinhos”, recorda com emoção.</p>
<p>Aos 65 anos, Abelardo Gomes Filho, esposo de Jusire Rezende Gomes, pai de Naiara, Ylenia, Alexandre, Ricardo e Vanessa e avô por duas vezes, após aposentar-se, não deixou de lado os processos, os papeis, o terno e a gravata! A advocacia, além de profissão, é uma paixão e o mantém mais ativo do que nunca!</p>
<p>“Não senti alteração alguma no ritmo de vida, pois, assim que me aposentei pude me dedicar mais à advocacia, que é algo que me realiza”, afirma. O aposentado presta consultoria e orientação jurídica para fundos de pensão, além de advogar nos Tribunais Superiores de Brasília.</p>
<p>Mas não é apenas o ofício que continua realizando a vida de Abelardo. Ele mantém, com a família, uma casa de praia onde tem muito prazer de acolher os amigos e fazê-los se sentirem como se estivessem em casa.</p>
<p>Outro ponto que ele faz questão de destacar é a dedicação na formação e educação dos filhos. Ser pai, esposo, avô e profissional são ótimas oportunidades, como mostra a vida de Abelardo, de que um aposentado não é um inativo!</p>
<p>Ingressou no Senado em 1967 e recorda com alegria da companhia do então presidente da Casa José Fragelli. “Um político de enormes qualidades, exemplar na vida pública. Um homem de precisão e zelo no trato das coisas públicas”, afirma. Para Abelardo, a convivência com o Senador Fragelli e com os demais colegas foi uma verdadeira escola de valores. Sobrinho de Nereu Ramos, Abelardo Gomes ressalta que, para ele, havia muita semelhança entre Fragelli e o tio na forma de coordenar a Casa.</p>
<p>Além de gostar do trabalho, as atividades de lazer também preenchem a vida do advogado. Desde criança, gosta de futebol, tênis e natação marítima. Amante do Brasil, também gosta de viajar para o exterior, especialmente aos Estados Unidos, em viagem de observação e estudos. No entanto, pelo menos uma vez por mês, para negócios ou movido pela saudade, ele retorna a Santa Catarina.</p>
<p>Eu sou o dono da minha agenda! Embora eu trabalhe muito, é compensador poder administrar meu tempo sem o compromisso de uma jornada fechada.</p>
<p><em>Texto publicado na Edição nº1 de 2012 do Informativo da ASSISEFE</em></p>
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		<title>Eles não pararam &#8211; A história vivida e exercida</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Sep 2011 19:37:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Narlla Sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques ASSISEFE]]></category>
		<category><![CDATA[Eles não pararam]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito se diz que o Brasil é um país sem memória, que não preserva a sua história. Nesta edição, temos a satisfação de trazer mais um personagem que contribuiu intensamente com o desenvolvimento do país e que se tornou renomado especialista em história brasileira, atuante na defesa do Estado. Por Fabiana Bandeira Estamos falando do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><a href="http://www.assisefe.org.br/2011/09/23/eles-nao-pararam-a-historia-vivida-e-exercida/estevao/" rel="attachment wp-att-768"><img class="alignleft size-medium wp-image-768" style="border: 1px solid black; margin-left: 1px; margin-right: 1px;" title="estevao" src="http://www.assisefe.org.br/wp-content/uploads//2011/09/estevao-300x179.jpg" alt="" width="300" height="179" /></a>Muito se diz que o Brasil é um país sem memória, que não preserva a sua história. Nesta edição, temos a satisfação de trazer mais um personagem que contribuiu intensamente com o desenvolvimento do país e que se tornou renomado especialista em história brasileira, atuante na defesa do Estado.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Por Fabiana Bandeira</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos falando do professor de filosofia e história, doutor Estevão Chaves de Rezende Martins. Carioca, formado pela Faculdade de Ciências e Letras Nossa Senhora Medianeira, chegou, em 1977, a Brasília para iniciar sua carreira acadêmica na respeitada Universidade de Brasília (UnB).</p>
<p style="text-align: justify;">Sob as fortes expectativas do serviço público na época e da defasada remuneração paga aos professores universitários, em 1985, ingressa, por concurso público, na carreira de assessor parlamentar do Senado Federal, e solicita redução de carga horária na universidade, conciliando, assim, as carreiras de servidor e professor universitário.</p>
<p style="text-align: justify;">Já em 1986, sua função se destaca no Senado Federal. Período cujo movimento pela Assembleia Nacional Constituinte começa a tomar força e faz com que, sob o comando do então diretor, Abelardo Gomes Filho, seja convocado para trabalhar na consultoria e planejamento do Regimento Interno da Constrituinte. Inicialmente, junto com sua comissão, foi responsável pela coleta e leitura de milhares de correspondências que chegavam a todo o momento na Casa Legislativa com sugestões da sociedade sobre como deveria ser a nova constituição.</p>
<p style="text-align: justify;">“Enxurradas de correspondências chegavam todos os dias, espelhando anseios do povo por um novo Brasil”.</p>
<p style="text-align: justify;">No ano seguinte (1987), junto ao “Grupo dos 32”, liderado pelo Senador José Richa, assumi a coordenação dos trabalhos, levando em consideração o que havia apurado nas participações populares e nas decisões das comissões temáticas, cujo objetivo era chegar a um perfil político para a constituição.</p>
<p style="text-align: justify;">O “Grupo dos 32”, na verdade, foi muito além de 80 membros. Foi uma comissão informal, que tomou para si a missão de analisar as propostas constitucionais. Faziam parte dele senadores e deputados, dentre eles Mário Covas, José Richa, José Agripino Maia, José Pinheiro, Egydio Ferreira Lima, Sandra Cavalcanti, Euclydes Scalco.</p>
<p style="text-align: justify;">No segundo semestre de 87, após o levantamento das participações populares e das comissões, algumas questões constitucionais começaram a se chocar e trazer diversas interpretações. E então, sob a batuta do Relator Geral, Dr. Bernardo Cabral, Estevão Martins é convidado pelo Deputado Ulysses Guimarães a assumir uma dupla supervisão dos trabalhos, junto com seu colega, Dr. Antônio Carlos Pojo de Rego. Esse representando a Câmara dos Deputados e Martins, o Senado Federal. Assim, os trabalhos ficariam mais ajustados e o resto da equipe vinculada a essas duas coordenações.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Estevão, uns dos momentos mais efervescentes nas discussões foram as definições dos artigos 5º e 7º (CF) que definem os direitos individuais e coletivos e do trabalho. Além deles, as discussões sobre sistema de governo, reforma agrária e os efeitos da anistia causaram grandes agitações.</p>
<p style="text-align: justify;">“Nesses momentos mais efervescentes  das negociações, cheguei a ficar 72 horas sem conseguir ir em casa. O que nos salvava era o conhecido picadinho do Piantella, que o Dr. Ulysses pedia para jantarmos”.</p>
<p style="text-align: justify;">E essa onde de trabalho seguiu até setembro de 1988, quando aprovada a Nova Constrituição Brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">“Este foi um período em que o Brasil acertava contas consigo mesmo. Onde pessoas dedicavam-se integralmente no objetivo de mudar o quadro negativo trazido pela Ditadura Militar”.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a batalha constitucional e ainda conciliando sua carreira de professor, Martins solicita, junto ao SF e UnB, merecida licença sabática para aceitar a convites internacionais até então não usufruídos. No segundo semestre de 89, desembarca em Paris para participar das comemorações do Bicentenário da Revolução Francesa.</p>
<p style="text-align: justify;">“Estar na França, ironicamente, me fez perder um momento histórico do Brasil: a primeira eleição presidencial”.</p>
<p style="text-align: justify;">Martins estudou na Áustria, Alemanha e França. “Esses períodos de intercâmbio me tornaram cidadão do mundo”.</p>
<p style="text-align: justify;">Seu retorno ao Brasil se dá em 1990. Cedido pelo Senado, integra a equipe de direção]ao do Ministério da Justiça, ainda em companhia do colega da Câmara, Pojo, até abril de 1992.</p>
<p style="text-align: justify;">De volta ao Senado, por solicitação do Senador Amir Lando, relator da CPI do caso PC Farias, foi designado assessor da relatoria. Após o término da CPI, é novamente convidado pelo ministro da Justiça, Maurício Corrêa, para trabalhar no Ministério, dessa feita na Secretaria de Administração Geral.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1993, a convite da Dra. Sara Figueiredo, Secretária Geral da Mesa, vai trabalhar na Revisão Constituvional, pela sua reconhecida experiência na Constituinte. E de 1995 a 1998, ano de sua aposentadoria, assumiu o cargo de Consultor Geral por “insistente determinação” do então presidente José Sarney.</p>
<p style="text-align: justify;">“Em fevereiro de 1995 apresentei minha carta de demissão, mas o presidente Sarney não me permitiu sair. Mandou que eu arregaçasse as mangas e fosse trabalhar. Fui&#8230; até me aposentar após quase quatro anos depois (1998).</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, o professor Martins nunca deixou de lado seus trabalhos acadêmicos. Continua atuando como professor da UnB, representando o Brasil junto a várias organizações internacionais e aumentando suas mais de 150 obras publicadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Pergunto ainda ao professor, especialista no estudo das relações exteriores, quais os maiores avanços históricos realizados pelo Brasil, no contexto internacional: “Com certeza a Constituinte, que trouxe credibilidade ao país como Estado. E a Reforma Monetário-financeira, realizada em 1994, no governo de Itamar Franco, sob o comando de Fernando Henrique Cardoso, que ainda hoje reflete positivamente”, responde.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, Martins avalia que o Brasil está longe de tornar-se uma potência internacional, devendo o país trabalhar muito para dar este precioso salto,</p>
<p style="text-align: justify;">E assim ele termina nossa entrevista, na pequena sala da UnB, abarrotada de títulos e literaturas que já não cabem mais em sua casa, dizendo: “minha experiência no Senado foi imensa, mas agora espero que meus trabalhos científicos continuem a me fazer ativo e contribuindo com o Estado Brasileiro”, finaliza.</p>
<p><em>Texto publicado no Informativo da ASSISEFE – Agosto de 2008</em></p>
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		<title>Eles Não Pararam &#8211; Dr. Marcos Vieira “Aposentado, sim. Inativo, nunca!”</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 04:40:31 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Eles não pararam]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_227" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a rel="attachment wp-att-227" href="http://www.assisefe.org.br/?attachment_id=227"><img class="size-thumbnail wp-image-227" title="noticia6" src="http://www.assisefe.org.br/wp-content/uploads/2011/06/noticia6-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Dr. Marcos Vieira</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com uma visão bastante apurada do que se passa no Brasil e no mundo, e com uma sólida formação profissional, Marcos Vieira nos mostra que sua carreira continua sendo um vasto campo de oportunidades e que a aposentadoria nada mais foi do que uma forma de transição entre o que se passou e o que se busca para aqueles que não aceitam a inatividade.</p>
<p>Ele é sergipano de Japaratuba; formou-se em Administração. Foi professor da Universidade do Distrito Federal (UniDF) por 12 anos. Analista Legislativo do Senado, Chefe do Setor de Proposições; Coordenador de Treinamento Funcional da Casa; Diretor Executivo do Centro Gráfico (por 2 anos), na administração do presidente Jarbas Passarinho; Membro do Conselho de Supervisão do Centro Gráfico, na Gestão do senador José Fragelli, Chefe de Gabinete do 1º Secretário, Senador Ivandro Cunha Lima e, por 8 anos, Chefe de Gabinete do Senador Albano Franco.</p>
<p>Após sua aposentadoria, exerceu as funções de Vice-Presidente da Legião Brasileira de Assistência (LBA) (na administração da Dra. Leonor Franco) e de Secretário-Executivo do Ministério do Bem Estar Social, também sob a chefia da Ministra Dra. Leonor Franco.</p>
<p>Foi Secretário-Geral do Conselho Nacional do Serviço Nacional da Indústria (SENAI) e, no Governo de Sergipe, exerceu as funções de Secretário de Estado e de Chefe de Gabinete do Governador de Sergipe Albano Franco. Atualmente, assessora o Deputado Albano Franco.<br />
Foi idealizador do curso de Administração Legislativa, no Senado Federal e elaborou, com o decisivo apoio de Florian Madruga, o programa dessa disciplina que hoje integra uma das especializações da Universidade do Legislativo &#8211; UNILEGIS.<br />
Conversando com Marcos Vieira, percebe-se o seu entusiasmo pelas atividades desenvolvidas no legislativo, principalmente no Senado Federal.</p>
<p>Ele próprio diz: “Aprendi muito com os senadores e funcionários do Senado”. Recorda-se de alguns, como por exemplo, o Dr. Pedro Cavalcante ex-diretor da Assessoria do Senado, da Dª Ninon Acioli Borges, Vice-Diretora do Senado, da Dª Maria Rondon, Diretora de Pessoal (sua incentivadora no treinamento dos servidores da Casa) e lembra-se de pessoas que, juntamente com ele, se dedicaram com Lourival Zagonel, então diretor-geral, que criou o primeiro centro de treinamento do Senado Federal e que contou com a valiosa contribuição de diversos colegas dentre eles, Zenôr Teixeira, Paula de Miranda, Romeu Arruda, Professor Alaylson, Sara Figueiredo, Nisio Tostes, Rubem Trezena, Caio Torres, Afrânio Cavalcanti e Alberto Vasconcelos, como também dos servidores do Centro Gráfico do Senado, hoje transformado em Secretaria Especial de Editoração e Publicações, destacando-se, dentre eles, o Marçal, o Mário, o Claudionor, o Pedro Goiano, o Geraldo Brito, o Walberto e tantos outros colegas que participaram, com eficiência e dedicação da gestão daquele importante órgão do Senado.</p>
<p>Ele se diz fã do Senador Jarbas Passarinho, segundo ele, um dos maiores políticos brasileiros, e possui elevado respeito a todos os senadores de ontem e de hoje.</p>
<p>Recebeu muitas lições na sua vida e procura seguir os ensinamentos de seu pai, senador Heribaldo Vieira e dos senadores Leandro Maciel, Jorge Kalume (que foi Presidente do Conselho de Supervisão da Gráfica), do senador Cunha Lima, um excelente administrador e um verdadeiro “Diplomata Político” e do senador Albano Franco, seu amigo de infância, a quem muito preza e a muito admira pela suas qualidades pessoais e de homem público Tem com o senador Passos Porto um excelente relacionamento e o considera um conselheiro e confidente.</p>
<p>Seu hobby é ler, ministrar palestras e assistir às sessões do Senado quase todos os dias.</p>
<p>Marcos Vieira é casado, tem dois filhos, netos e um bisneto.</p>
<p>É um colega respeitado e querido por muitos, atualmente exerce a Vice-Presidência da Associação dos Servidores Inativos e Pensionistas do Senado Federal &#8211; ASSISEFE.</p>
<p>Diz com segurança que o grande amor na sua vida é o Senado Federal. Por isso se alegra quando a Casa está bem, e se entristece quando ela sofre e atravessa dias difíceis.</p>
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