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	<title>Assisefe - Associação dos Servidores Inativos e Pensionistas do Senado Federal &#187; Bem-estar</title>
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	<description>Associação dos Servidores Inativos e Pencionistas do Senado Federal</description>
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		<title>LEMBRETE &#8211; Campanha contra a gripe começou neste sábado</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 16:50:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Narlla Sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; Começou neste sábado, 5, e vai até o dia 25 de maio a 14ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe CAMPANHA– o Ministério da Saúde adquiriu 33,9 milhões de doses da vacina contra a gripe, ao custo total de R$ 260 milhões. Também foram encaminhados R$ 24,7 milhões do Fundo Nacional de Saúde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div id="conteudoNoticia">
<p style="text-align: justify;"><em>Começou neste sábado, 5, e vai até o dia 25 de maio a 14ª Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CAMPANHA</strong>– o Ministério da Saúde adquiriu 33,9 milhões de doses da vacina contra a gripe, ao custo total de R$ 260 milhões. Também foram encaminhados R$ 24,7 milhões do Fundo Nacional de Saúde para que as secretarias de saúde estaduais e municipais pudessem viabilizar a campanha, cobrindo despesas com aquisição de seringas e agulhas e deslocamento de equipes, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para atender a população, cerca de 240 mil profissionais do SUS devem estar envolvidos na campanha de vacinação, entre agentes comunitários, enfermeiros, médicos, entre outros. A campanha também contará com mais de 27 mil veículos terrestres, fluviais e marítimos, para que a vacina chegue até os povoados mais distantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para reduzir casos graves, pneumonias e óbitos por gripe, além da distribuição das doses de vacina, o Ministério da Saúde garante o acesso ao tratamento precoce e profilaxia de pessoas com maior risco com o antiviral Oseltamivir. Todos os estados estão abastecidos com o medicamento.</p>
<p><strong>QUEM DEVE SE VACINAR</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/arquivos/jpg/2012/Mai/04/info_gripe_04052012.jpg" alt="" /></p>
<p>Fonte: <a href="http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/4929/162/vacinacao-contra-a-gripe-%3Cbr%3Ecomeca-neste-sabado.html">http://portalsaude.saude.gov.br/portalsaude/noticia/4929/162/vacinacao-contra-a-gripe-%3Cbr%3Ecomeca-neste-sabado.html</a></p>
</div>
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		<title>Hipertensão</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 14:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Narlla Sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias em destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Cuidado: Hipertensão! Cantídio Lima Vieira Médico cardiologista do Senado Federal Na população formada por pessoas com 60 anos ou mais, 60% apresentam hipertensão arterial, tornando-se uma doença cardiovascular de alta prevalência. Em uma publicação do ano 2000, o Censo mostrou algo em torno de 14,5 milhões de pessoas nesta faixa etária ou acima dela. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Cuidado: Hipertensão!</strong></p>
<p>Cantídio Lima Vieira</p>
<p><em>Médico cardiologista do Senado Federal</em></p>
<p>Na população formada por pessoas com 60 anos ou mais, 60% apresentam hipertensão arterial, tornando-se uma doença cardiovascular de alta prevalência. Em uma publicação do ano 2000, o Censo mostrou algo em torno de 14,5 milhões de pessoas nesta faixa etária ou acima dela. Com base nesses dados, há projeção para que, em 2025, a população de idosos no país represente 30 milhões de indivíduos.</p>
<p>Até os 50 e 60 anos de idade, tanto o componente sistólico quanto o diastólico da pressão arterial aumentam gradualmente em ambos os sexos, em todas as raças e etnias, quando, então, a pressão arterial diastólica começa a declinar, enquanto a pressão sistólica aumenta, estando esse comportamento da pressão arterial também relacionado à maior presença de eventos cardiovasculares.</p>
<p>O diagnóstico da hipertensão arterial baseia-se na medida da pressão arterial. Mesmo sendo de fácil diagnóstico, muitos portadores de HA não a têm confirmada.</p>
<p>Independentemente da faixa etária, a medida da pressão arterial deve ser realizada em toda a consulta médica. Na primeira consulta, a pressão arterial deverá ser verificada em ambos os membros superiores, fazendo-se a opção pelo membro que possuir o maior valor, sendo este escolhido para as consultas posteriores. Algumas peculiaridades próprias do idoso merecem especial atenção, evitando-se, assim, diagnóstico equivocado e intervenções desnecessárias.</p>
<p>Não se pode também esquecer a possibilidade de hipotensão ortostática (queda da pressão quando de pé), que acaba sendo responsável por condições mórbidas que modificam a história natural do envelhecimento. Daí a necessidade em todo o idoso da medida da pressão arterial em, pelo menos, duas posições, sentado e em pé.</p>
<p>Outro dado importante e que deve ser considerado, no idoso, é a possibilidade da presença da hipertensão do jaleco branco, responsável por até 40% dos casos nessa faixa etária.</p>
<p>Para os pacientes em questão, há indicação imediata da abordagem terapêutica com modificações no estilo de vida e do uso de fármacos anti-hipertensivos simultaneamente, além da correção das morbidades associadas, em razão de alto risco cardiovascular.</p>
<p>Redução do peso é capaz de promover queda de até 20 mmHg na pressão arterial sistólica, quando se alcança perda de 10 kg e esta é mantida pelo período de um ano. Dieta com redução na ingestão de sal, atividade física regular e consumo moderado na ingestão de álcool, trazem ganho adicional considerável ao tratamento do paciente hipertenso, melhorando até a resposta aos anti-hipertensivos.</p>
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		<title>Voltar estudar beneficia a terceira idade</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 18:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Narlla Sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano letivo dos universitários já começou e entre eles um grupo chama a atenção: são os alunos da terceira idade. Com mais de 60 anos e muita energia e determinação eles são os queridinhos entre os colegas. Fonte: TV Canção Nova]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ano letivo dos universitários já começou e entre eles um grupo chama a atenção: são os alunos da terceira idade. Com mais de 60 anos e muita energia e determinação eles são os queridinhos entre os colegas.</p>
<p><object width="490" height="303" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowScriptAccess" value="aways" /><param name="wmode" value="window" /><param name="loop" value="false" /><param name="menu" value="true" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.webtvcn.com/player/v/11742192" /><param name="allowscriptaccess" value="aways" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed width="490" height="303" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.webtvcn.com/player/v/11742192" allowScriptAccess="aways" wmode="window" loop="false" menu="true" allowFullScreen="true" allowscriptaccess="aways" allowfullscreen="true" /></object></p>
<p>Fonte: TV Canção Nova</p>
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		<title>Cientistas britânicos identificam dois novos sintomas de derrame</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 14:57:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Narlla Sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>

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		<description><![CDATA[Um projeto desenvolvido pela University Hospitals of Leicester NHS Trust (parte do serviço público de saúde britânico) descobriu que fraqueza nas pernas e perda de visão também são sintomas do derrame. Segundo a entidade assistencial britânica voltada para o tratamento do derrame, a Stroke Association, informa em sua página na internet que existem três sintomas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um projeto desenvolvido pela University Hospitals of Leicester NHS Trust (parte do serviço público de saúde britânico) descobriu que fraqueza nas pernas e perda de visão também são sintomas do derrame. Segundo a entidade assistencial britânica voltada para o tratamento do derrame, a Stroke Association, informa em sua página na internet que existem três sintomas que precisam ser observados.</p>
<p>O primeiro é fraqueza facial, notar se a pessoa consegue sorrir ou se um canto da boca ou um dos olhos está com aparência caída.</p>
<p>Outro sintoma é a fraqueza nos braços, observar se a pessoa consegue erguer os dois braços. E o terceiro sintoma são os problemas de fala, tentar detectar se a pessoa consegue falar claramente ou entender o que outra pessoa fala.</p>
<div>
<div>
<p style="text-align: justify;">Uma campanha recente do NHS, o serviço público de saúde britânico, destacou estes três sintomas de derrame.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, para Ross Naylor, professor na University Hospitals of Leicester, as pessoas precisam começar a procurar pelos cinco sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A campanha do NHS foi bem-sucedida, mas é importante que as pessoas saibam que fraqueza nas pernas e perda de visão também são sintomas que precisam ser observados&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Temo que muitas pessoas não saibam que qualquer um que esteja com um ou ambos destes sinais adicionais, sozinhos ou com um dos outros três sintomas, pode significar um indicador de que a pessoa, ou um ente querido, está tendo um derrame e também precisa procurar ajuda médica com urgência&#8221;, acrescentou.</p>
<p style="text-align: justify;">Simon Cook, chefe de operações da Stroke Association para a região de East Midlands, afirmou que a campanha do NHS é útil pois os três sintomas são fáceis de reconhecer pela maioria do público.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Certamente existem outros sintomas, como visão desfocada e fraqueza nas pernas. Mas, acreditamos que o mais importante é que as pessoas se lembrem de agir rapidamente quando observarem os sinais de um derrame e liguem para os serviços de emergência&#8221;, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: BBC Brasil</p>
</div>
</div>
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		<title>Alimente-se bem e aproveite as festas</title>
		<link>http://www.assisefe.org.br/2011/12/19/alimente-se-bem-e-aproveite-as-festas-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 19:20:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Narlla Sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira as dicas do nutricionista Rodrigo Valim para aproveitar com qualidade as delícias das festas de fim de ano Rodrigo Valim &#8211; Nutricionista Nesse período de festas de fim de ano, Natal, Reveillón e férias de janeiro, todo cuidado  é pouco na hora de se alimentar. Aqueles que se dedicaram ao longo do ano em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Confira as dicas do nutricionista Rodrigo Valim para aproveitar com qualidade as delícias das festas de fim de ano</em></p>
<p>Rodrigo Valim &#8211; Nutricionista<br />
Nesse período de festas de fim de ano, Natal, Reveillón e férias de janeiro, todo cuidado  é pouco na hora de se alimentar. Aqueles que se dedicaram ao longo do ano em treinamento e equilíbrio nutricional, não precisam agora desperdiçar o resultado alcançado, exagerando nas comemorações. E aqueles que ainda não se decidiram, podem aproveitar a inspiração do fim de ano para tal fim. Esse momento, tradicionalmente regado a muita bebida e excessos alimentares, pode e deve ser melhor aproveitado, afinal, o período é propício para se valorizar a confraternização entre as pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com relação à alimentação, é preciso evitar os excessos. Procurar se alimentar nos intervalos de três em três horas, optar por refeições leves, a base de frutas, verduras e carnes magras, principalmente durante o dia, para não acumular fome.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de sair para a comemoração, a sugestão valiosa é fazer um lanche leve e saudável com queijos magros, cereais integrais, frutas, a fim de evitar sensação de fome e acabar cometendo exageros. Durante a ceia, prefira alimentos grelhados ou assados. Evite as frituras e, também, misturar os carboidratos. Exemplo: se escolher o arroz, evite a farofa e vice-versa. Combine as carnes sempre com saladas, legumes ricos em fibras, que diminuem a absorção de gorduras e aumentam a sensação de saciedade. Uma boa dica: procure construir um prato bem colorido!</p>
<p style="text-align: justify;">Para as sobremesas, invista nas frutas e gelatinas diet. As Oleaginosas (castanhas, nozes, avelãs) são muito saudáveis e bem-vindas nessa época do ano. Evite o excesso de álcool, e no caso de escolher um drink, prefira o vinho tinto seco, o espumante ou  o <em>champagne</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Por último, caso não consiga evitar os excessos, as gorduras e os doces, opte por uma desintoxicação (ingerir apenas alimentos naturais como frutas, suco de frutas, água de côco) no dia seguinte. O que pode contribuir e muito nesse processo é praticar a famosa caminhada ou corrida.</p>
<p style="text-align: justify;">E não se esqueça de aproveitar as festas e o convívio das pessoas queridas!</p>
<p><em>Rodrigo Valim &#8211; Nutricionista Esportivo do CEMEx/Golden Spa. Formou-se em Nutrição na Universidade de Brasília (1998). Pós graduado pela UniFOA (Universidade de Volta Redonda &#8211; RJ 2005).</em></p>
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		<title>Hábitos Saudáveis, vida saudável</title>
		<link>http://www.assisefe.org.br/2011/10/27/habitos-saudaveis-vida-saudavel-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 17:24:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Narlla Sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Hábitos Saudáveis, vida saudável Confira as dicas do cardiologista Mário Maranhão para viver bem e com saúde Dr. Mário Maranhão Ao mesmo tempo em que a medicina passou por uma grande revolução nas últimas décadas, descobertas simples e de grande impacto transformavam a maneira como os médicos tratavam os problemas de saúde e tentavam evita-los. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.assisefe.org.br/2011/10/27/habitos-saudaveis-vida-saudavel-2/maranhao/" rel="attachment wp-att-920"><img class="alignleft size-full wp-image-920" style="border: 1px solid black; margin: 1px;" title="maranhão" src="http://www.assisefe.org.br/wp-content/uploads//2011/10/maranh%C3%A3o.jpg" alt="" width="256" height="250" /></a>Hábitos Saudáveis, vida saudável</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Confira as dicas do cardiologista Mário Maranhão para viver bem e com saúde</em><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dr. Mário Maranhão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo em que a medicina passou por uma grande revolução nas últimas décadas, descobertas simples e de grande impacto transformavam a maneira como os médicos tratavam os problemas de saúde e tentavam evita-los.</p>
<p style="text-align: justify;">À medida que surgiam novas técnicas de diagnóstico e tratamento para alguns dos males que mais afetam a humanidade, como as doenças cardíacas,  hipertensão, acidente vascular cerebral, diabete, obesidade, depressão e  impotência, passou-se a perceber que esses problemas podem ser curados antes mesmo que surjam e necessitem de remédios.</p>
<p style="text-align: justify;">Na realidade, os profissionais de saúde descobriram que prevenir as doenças crônicas é muito mais fácil que imaginavam e hoje estão mais preocupados em promover a saúde do que eliminar a doença. É possível citar os exemplos do Dr. Kenneth Cooper, divulgador dos exercícios aeróbicos e do condicionamento físico (*) e que mantém no <em>Texas o Cooper Aerobics Center </em>e do<em> </em>Dr. Dean Ornish, Presidente do Instituto de Pesquisa e Medicina Preventiva. Dr Ornish é autor do Programa de Estilo de Vida e revolucionou o tratamento da doença coronária apresentando resultados promissores no tratamento do câncer, com técnicas simples (**), cada vez mais presentes na medicina moderna.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, o mesmo Dean Ornish demonstrou que o estilo de vida saudável influencia nossos genes, estimulando aqueles que previnem as doenças e inibem aqueles que as promovem(***).</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, a expectativa de vida da população brasileira aumentou quase 35 anos desde a virada do século passado e hoje está em torno dos 71 anos. A perspectiva de uma vida mais longa é uma conquista da civilização, mas exige, ao mesmo tempo, que se tomem cuidados especiais com problemas que, na maioria das vezes, estão relacionados com um estilo de vida inadequado e com o desgaste causado pela passagem do tempo. Nesta lista é possível citar a diabete, o mal de Alzheimer, a artrite, o câncer e a maioria das doenças cardíacas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar estes males, que classifico como doenças do desenvolvimento, urbanização globalização, pois afeta hoje toda a humanidade e não somente os países mais ricos, é fundamental manter, desde cedo, um estilo de vida saudável. Isto inclui comer com parcimônia os alimentos certos, dormir bem, fazer exercícios prazerosos e manter uma atitude mental positiva, bom humor e buscar a felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, aqueles que têm uma relação de amor e amizade, sabem perdoar e não guardam rancor são aqueles que vivem mais e retardam o envelhecimento, vale à pena lutar por isso!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dr Mário Maranhão é médico cardiologista, professor de Cardiologia da Universidade Federal do Paraná e da Faculdade Evangelica de Curitiba, ex-presidente das Sociedades Brasileira (1982-83), Interamericana (1989-93) e Federação Mundial de Cardiologia (2000-02), foi consultor da Organização Mundial da Saúde. É fundador epresidente do Instituto Qualivitae e membro do <em>Board in Health &amp; Wellness da PepsiCo</em> (2004-2009).</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(*) Kenneth Cooper – Aerobics</p>
<p>Correndo sem Medo</p>
<p>(**) Dean Ornish-Salvando seu Coração, Editora Reluma.</p>
<p>Amor e Sobrevivência, Editora Rocco</p>
<p>(***) The Spectrum – Editora Balantine, USA, 2008</p>
<p>&nbsp;</p>
<img src="http://www.assisefe.org.br/?ak_action=api_record_view&id=919&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Hábitos saudáveis, vida saudável</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 17:20:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Narlla Sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Maranhão]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Hábitos Saudáveis, vida saudável Confira as dicas do cardiologista Mário Maranhão para viver bem e com saúde Dr. Mário Maranhão Ao mesmo tempo em que a medicina passou por uma grande revolução nas últimas décadas, descobertas simples e de grande impacto transformavam a maneira como os médicos tratavam os problemas de saúde e tentavam evita-los. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Hábitos Saudáveis, vida saudável</strong></p>
<p><em>Confira as dicas do cardiologista Mário Maranhão para viver bem e com saúde</em><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Dr. Mário Maranhão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo em que a medicina passou por uma grande revolução nas últimas décadas, descobertas simples e de grande impacto transformavam a maneira como os médicos tratavam os problemas de saúde e tentavam evita-los.</p>
<p style="text-align: justify;">À medida que surgiam novas técnicas de diagnóstico e tratamento para alguns dos males que mais afetam a humanidade, como as doenças cardíacas,  hipertensão, acidente vascular cerebral, diabete, obesidade, depressão e  impotência, passou-se a perceber que esses problemas podem ser curados antes mesmo que surjam e necessitem de remédios.</p>
<p style="text-align: justify;">Na realidade, os profissionais de saúde descobriram que prevenir as doenças crônicas é muito mais fácil que imaginavam e hoje estão mais preocupados em promover a saúde do que eliminar a doença. É possível citar os exemplos do Dr. Kenneth Cooper, divulgador dos exercícios aeróbicos e do condicionamento físico (*) e que mantém no <em>Texas o Cooper Aerobics Center </em>e do<em> </em>Dr. Dean Ornish, Presidente do Instituto de Pesquisa e Medicina Preventiva. Dr Ornish é autor do Programa de Estilo de Vida e revolucionou o tratamento da doença coronária apresentando resultados promissores no tratamento do câncer, com técnicas simples (**), cada vez mais presentes na medicina moderna.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, o mesmo Dean Ornish demonstrou que o estilo de vida saudável influencia nossos genes, estimulando aqueles que previnem as doenças e inibem aqueles que as promovem(***).</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, a expectativa de vida da população brasileira aumentou quase 35 anos desde a virada do século passado e hoje está em torno dos 71 anos. A perspectiva de uma vida mais longa é uma conquista da civilização, mas exige, ao mesmo tempo, que se tomem cuidados especiais com problemas que, na maioria das vezes, estão relacionados com um estilo de vida inadequado e com o desgaste causado pela passagem do tempo. Nesta lista é possível citar a diabete, o mal de Alzheimer, a artrite, o câncer e a maioria das doenças cardíacas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar estes males, que classifico como doenças do desenvolvimento, urbanização globalização, pois afeta hoje toda a humanidade e não somente os países mais ricos, é fundamental manter, desde cedo, um estilo de vida saudável. Isto inclui comer com parcimônia os alimentos certos, dormir bem, fazer exercícios prazerosos e manter uma atitude mental positiva, bom humor e buscar a felicidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, aqueles que têm uma relação de amor e amizade, sabem perdoar e não guardam rancor são aqueles que vivem mais e retardam o envelhecimento, vale à pena lutar por isso!</p>
<p><strong>Dr Mário Maranhão é médico cardiologista, professor de Cardiologia da Universidade Federal do Paraná e da Faculdade Evangelica de Curitiba, ex-presidente das Sociedades Brasileira (1982-83), Interamericana (1989-93) e Federação Mundial de Cardiologia (2000-02), foi consultor da Organização Mundial da Saúde. É fundador epresidente do Instituto Qualivitae e membro do <em>Board in Health &amp; Wellness da PepsiCo</em> (2004-2009).</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>(*) Kenneth Cooper – Aerobics</p>
<p>Correndo sem Medo</p>
<p>(**) Dean Ornish-Salvando seu Coração, Editora Reluma.</p>
<p>Amor e Sobrevivência, Editora Rocco</p>
<p>(***) The Spectrum – Editora Balantine, USA, 2008</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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		<title>Pesquisa mostra que uma boa gargalhada age como analgésico</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 13:38:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Narlla Sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>

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		<description><![CDATA[O estudo indicou que uma risadinha contida não basta; é preciso uma boa gargalhada para ter o efeito Para testar a hipótese, os pesquisadores mediram as reações de voluntários à dor &#8211; por exemplo, colocando uma sacola de gelo sobre o braço para medir quanto tempo eles aguentavam. Depois, eles foram divididos em dois grupos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><a href="http://www.assisefe.org.br/2011/09/19/pesquisa-mostra-que-uma-boa-gargalhada-age-como-analgesico/gargalhada/" rel="attachment wp-att-748"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-748" style="margin: 1px; border: 1px solid black;" title="gargalhada" src="http://www.assisefe.org.br/wp-content/uploads//2011/09/gargalhada-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O estudo indicou que uma risadinha contida não basta; é preciso uma boa gargalhada para ter o efeito</em></p>
<p style="text-align: justify;">Para testar a hipótese, os pesquisadores mediram as reações de voluntários à dor &#8211; por exemplo, colocando uma sacola de gelo sobre o braço para medir quanto tempo eles aguentavam. Depois, eles foram divididos em dois grupos &#8211; o primeiro assistiu a um vídeo de comédia de 15 minutos, e o outro assistiu a uma filmagem que os pesquisadores consideraram entediantes, como programas de golfinhos.</p>
<p>Quando foram novamente submetidos a dor, os que tinham dado gargalhadas foram capazes de suportar até 10% mais dor que antes de rir, indicou a pesquisa. Já os que assistiram a programas entediantes foram menos capazes de suportar dor que antes de assistir ao filme.</p>
<p><strong>Euforia<br />
</strong>Praticante de risoterapia levantando o astral em campo de ioga na Índia. O coordenador da pesquisa, professor Robin Dunbar, acredita que uma risada incontrolável libera endorfina, uma substância química que não apenas gera certa euforia como atua como analgésico. &#8220;É o esvaziamento dos pulmões que causa o efeito&#8221;, disse o pesquisador à BBC.</p>
<p>&#8220;É exatamente o que acontece quando alguém diz que riu até doer. Soa como uma experiência bastante dolorosa, e é a dor que produz o efeito da endorfina.&#8221; A pesquisa indicou que uma risadinha contida não basta; é preciso uma boa gargalhada para ter o efeito.</p>
<p>Além do quê, nem todos os programas de comedia têm o mesmo resultado. Humor bobo, tais como o de programas como Mr. Bean, e até mesmo do seriado Friends, parecem ser mais eficazes.</p>
<p>Já os monólogos de comediantes, no estilo stand-up comedy, não elevaram a tolerância dos voluntários à dor. &#8220;Fico um pouco hesitante de dizer isso, mas tínhamos uma série de vídeos do (bem-sucedido comediante britânico) Michael McIntyre, que achávamos que teria um bom efeito. Mas acho que esse tipo de humor é muito cerebral para gerar grandes gargalhadas&#8221;, disse Dunbar.</p>
<p><strong>Efeito social<br />
</strong>Os pesquisadores não mediram diretamente o nível de endorfina nos voluntários porque isto envolveria a extração de fluidos através de uma longa agulha %u2013 um procedimento que provavelmente geraria mau humor entre o grupo e influenciaria os resultados.</p>
<p>Para o professor Dunbar, a pesquisa pode ajudar a explicar o papel do riso no estabelecimento da sociedade humana, dois milhões de anos atrás. Enquanto todos os primatas são capazes de rir, só os humanos são capazes de gargalhar e, portanto, liberar endorfina através do riso.</p>
<p>A teoria do professor Dunbar é que a endorfina favoreceu a criação de laços sociais entre os indivíduos da espécie. &#8220;Neste estágio, quisemos mostrar que, sim, rir ativa endorfina. O próximo passo será avaliar se dar risadas realmente faz com que grupos fiquem mais próximos, trabalhem em equipe e demonstrem mais generosidade&#8221;, disse o pesquisador.</p>
<p>Se este for o caso, poderia explicar porque, há 2 milhões de anos, as tribos de humanos uniam até cem pessoas, enquanto a de primatas de grande porte contemporâneos chegavam apenas à metade deste número.</p>
<p>Fonte: Correio Braziliense &#8211; 14.09.11</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Estudo indica que mulheres que bebem moderadamente envelhecem melhor</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 17:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Narlla Sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>

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		<description><![CDATA[Mulheres que tomam bebidas alcoólicas de maneira moderada todas as noites tendem a envelhecer com mais saúde, segundo uma pesquisa da Escola de Saúde Pública de Harvard. O estudo, publicado na revista científica PLoS Medicine, concluiu que aquelas que bebiam com moderação &#8211; meio litro de cerveja, uma taça de vinho ou uma dose de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.assisefe.org.br/2011/09/12/estudo-indica-que-mulheres-que-bebem-moderadamente-envelhecem-melhor/110907142931_mulher_alcool_pa_304x171_pa/" rel="attachment wp-att-743"><img class="size-thumbnail wp-image-743 alignleft" style="border: 2px solid black; margin: 2px;" title="110907142931_mulher_alcool_pa_304x171_pa" src="http://www.assisefe.org.br/wp-content/uploads//2011/09/110907142931_mulher_alcool_pa_304x171_pa-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Mulheres que tomam bebidas alcoólicas de maneira moderada todas as noites tendem a envelhecer com mais saúde, segundo uma pesquisa da Escola de Saúde Pública de Harvard.</p>
<p>O estudo, publicado na revista científica PLoS Medicine, concluiu que aquelas que bebiam com moderação &#8211; meio litro de cerveja, uma taça de vinho ou uma dose de destilado por dia &#8211; tinham chances bem maiores de chegar com saúde aos 70 anos do que as que bebiam demais ou do que as abstêmias.</p>
<p>A análise dos hábitos de 14 mil mulheres também concluiu que é melhor beber menores quantidades ao longo da semana que concentrar o consumo de álcool nos fins de semana.</p>
<p>Em comparação com abstêmias, mulheres na faixa dos 50 anos que bebiam de 15g a 30g de álcool (uma a duas bebidas) por dia tinham 28% mais chance de atingir o que os cientistas americanos chamaram de &#8220;envelhecimento saudável&#8221;, que significa um bom nível geral de saúde, livre de problemas como câncer, diabetes e doenças cardíacas a partir dos 70 anos.</p>
<p>Os especialistas não sabem, no entanto, se é o álcool que gera o benefício ou se outras coisas que acontecem simultaneamente nas vidas dessas mulheres que as tornam mais saudáveis.</p>
<p>Os pesquisadores dizem que tentaram controlar fatores como fumo, que poderiam afetar os resultados.</p>
<p>Estudos anteriores já mostraram que o consumo moderado de álcool &#8211; não mais do que duas ou três unidades por dia &#8211; está ligado a um menor risco de problemas cardíacos e outras doenças.</p>
<p>Além disso, cientistas também mostraram que o álcool pode ter um impacto positivo no corpo, reduzindo a incidência de inflamações, colesterol alto e resistência à insulina.</p>
<p>As bebidas alcoólicas já foram relacionadas, no entanto, a doenças como o câncer de mama.</p>
<p>&#8220;Quantidades moderadas de álcool podem oferecer alguma proteção contra doenças cardíacas, especialmente para mulheres que já passaram pela menopausa, mas é importante não exagerar&#8221;, diz Natasha Stewart, da ONG British Heart Foundation.</p>
<p>&#8220;Beber demais não protege o coração e pode inclusive levar a danos nos músculos cardíacos, derrame e pressão alta. Para quem não bebe, certamente não é preciso começar agora.&#8221;</p>
<p>Fonte: BBC &#8211; 7.09.11</p>
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		<title>Mulheres fumantes tendem a ter mais doenças cardíacas que homens, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Aug 2011 13:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Narlla Sales</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>

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		<description><![CDATA[As mulheres que fumam têm 25% mais chances de sofrer doenças cardíacas do que os homens. 11.08.2011 São essas as conclusões de uma pesquisa que utilizou os dados de pouco menos de 2,4 milhões de pessoas com problemas cardíacos, realizada nos EUA por especialistas da Universidade de Minnesota e da Johhs Hopkins University, entre 1966 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left">
<p style="text-align: justify;" align="left"><em><a href="http://www.assisefe.org.br/?attachment_id=542" rel="attachment wp-att-542"><img class="alignleft size-medium wp-image-542" style="border-width: 2px; border-color: black; border-style: solid; margin: 3px;" title="110811071756_fumante_jovem_304x171_carloshuerta_nocredit" src="http://www.assisefe.org.br/wp-content/uploads//2011/08/110811071756_fumante_jovem_304x171_carloshuerta_nocredit-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a>As mulheres que fumam têm 25% mais chances de sofrer doenças cardíacas do que os homens.</em></p>
<p style="text-align: justify;" align="left">11.08.2011</p>
<p style="text-align: justify;" align="left">São essas as conclusões de uma pesquisa que utilizou os dados de pouco menos de 2,4 milhões de pessoas com problemas cardíacos, realizada nos EUA por especialistas da Universidade de Minnesota e da Johhs Hopkins University, entre 1966 e 2010.</p>
<p style="text-align: justify;" align="left">O estudo, publicado na revista médica especializada Lancet, afirma ainda que as mulheres em média fumam menos cigarros por dia do que homens, mas acrescenta que ainda assim elas têm mais chances de sofrer doenças coronárias se deveria a diferenças fisiológicas entre os dois sexos.</p>
<p style="text-align: justify;" align="left">As mulheres, afirma a pesquisa, &#8221;possivelmente extraem uma maior quantidade de cancerígenos e outros agentes tóxicos a partir da mesma quantidade de cigarros que os homens&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;" align="left">A teoria das diferenças fisiológicas, afirmam os analistas envolvidos com a pesquisa, pode ser reforçada, por estudos anteriores que mostraram que as mulheres fumantes têm o dobro do risco de sofrer câncer de pulmão do que homens.</p>
<p style="text-align: justify;" align="left">Os pesquisadores afirmam que a diferença no percentual da incidência de doenças coronárias entre homens e mulheres fumantes pode ser ainda maior do que a cifra de 25%, já que em muitos países o hábito de fumar entre mulheres é mais recente do que entre homens.</p>
<p style="text-align: justify;" align="left">O documento afirma que fumar é uma das principais causas de doenças coronárias em todo o mundo e &#8221;continuará sendo enquanto populações que até recentemente haviam escapado incólumes da epidemia do fumo passarem a fumar em níveis só vistos anteriormente em países de renda elevada&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;" align="left">O problema, afirmam os analistas, pode ser ainda mais agravado, já que &#8221;a popularidade do ato de fumar estaria aumentando entre mulheres jovens de países de renda baixa ou média&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;" align="left">Entre as conclusões presentes na pesquisa está a de que autoridades governamentais devem criar políticas específicas para coibir o vício do fumo entre as mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;" align="left">Fonte: BBC Brasil</p>
</p><img src="http://www.assisefe.org.br/?ak_action=api_record_view&id=540&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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